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A morte da web2.0

em:15 de março de 2009
Um artigo como o mesmo nome(em inglês) “The Death of Web2.0” publicado no TechCrunch relata a “morte” da web2.0 . O critério apoiado é mostrado abaixo:
O gráfico extraído do Google Trends, mostra a tendência da busca pela palavra web2.0 ao redor do mundo. Podemos observar que o termo criado por Tim O’Reilly em 2004 teve seu pico no fim de 2006 e a partir de então começou a cair.
Alguns pontos sobre o porquê da queda é colocado pelo TechCrunch e merecem ser analisados e trazidos com cautela para o cenário brasileiro. Um ponto é quanto ao uso do termo Web2.0 nas novas empresas e novas soluções na web. Ao redor de 2006 dizer que sua empresas utilizava a “tecnologia 2.0″ era algo bom e dava um tom de novidade, as empresas usavam e abusavam do termo lá fora, tudo era web2.0 até mesmo sem ser as vezes. Com o passar do tempo as empresas não deixaram de ser 2.0 e sim a não mais utilizar o termo associado as suas empresas, acarretando numa natural queda nas buscas pela palavra. A tecnologia se tornou natural e não é mais vista como novidade em grande parte do mundo. Porém um ponto que não foi analisado é que a quantidade de novas notícias indexadas pelo Google, mostrado no gráfico como News reference volume, não caiu. Portanto, os jornais, blogs e fontes de notícias ainda utilizam com uma certa frequência.

O ponto que gostaria de abordar aqui não é a morte do termo, o assunto web2.0 de certa forma saturou e portanto não é mais tão buscado. Não consegui dados de busca especificamente vindos do Brasil(se tiverem algum coloquem nos comentários), mas pelo que consigo perceber é a falta de conhecimento do que significa o termo e da utilização por parte das empresas. Para as empresas que estão nessa situação recomendo um post mostrado aqui sobre o impacto da web2.0 nas empresas. Para as empresas que já tem alguma experiência ou estão começando a utilizar a tecnologia, não se assustem com as matérias estrangeiras sobre a morte da web2.0, o momento vivido no Brasil é diferente e o ritmo é diferente. Um ponto que acredito que ainda é muito falho por aqui é o de comunicação, tanto entre empresa – cliente quanto interno nas empresas, Zappos(estrangeira) e Camiseteria(brasileira) são ótimos exemplos(não de venda de roupas, mas de relacionamento com o cliente). A hora é oportuna de explorar a tecnologia, em tempos de crise a web pode ser uma excelente maneira de cortar gastos e trazer produtividade. A web2.0 não está morta ! principalmente no Brasil, que ainda está nascendo.