Você começa a concluir que realmente irá baixar o consumo de papel, que as árvores serão salvas e que as empresas que fabricam papel irão falir. Calma, não é tão simples assim, acredito que o papel não acabou e não irá acabar por um simples fato: simplicidade. Ainda não é tão simples organizar documentos, digitalizar documentos, criar todos o novos documentos digitais e armazená-los com total segurança por um preço acessível, os sistemas tem falhas e ainda não são confortáveis o suficiente para tirar o lugar dos jornais e livros por exemplo, porém já existe uma queda dos jornais impressos.
Já pelo lado do mouse, que completou 40 anos recentemente, também existe uma pressão dizendo que a morte será em breve. Estão apontando os dispositivos sensíveis ao toque como substitutos por estarem entrando pesado no mercado como o iPhone e o Microsoft surface, mas também com os seus problemas como o teclado do iPhone por exemplo. Existem outras alternativas interessantes, você pode fazer um quadro virtual com um wii remote, controlar o seu pc com gestos utilizando uma Zcam ou a televisão da Panasonic sensível ao toque. Outra vez é feito um grande alarde precipitado, o mouse não morrerá em breve porque é simples e barato, a tecnologia sensível ao toque ainda é cara e precisa de um bom tempo de amadurecimento.
Não quero parecer aqueles caras chatos dizendo que nada irá mudar, até porque tento sempre trazer novidades por aqui, o que quero mostrar é que é feito grande alarde dizendo que acabará isso e aquilo só porque surge uma tecnologia nova e não se pensa um pouco mais sobre o assunto. Os correios por exemplo, mostraram agora a pouco no Brasil a dependência de papel que ainda temos, é necessário tempo para que peças fundamentais mudem, pensem nisso.

