Inovação tecnológica: como suportar esse risco?

em:17 de maio de 2013

Este artigo foi escrito por Filipe Almeida, Diretor Comercial na F. Iniciativas Brasil

Numa conjuntura em que a globalização é mais efetiva e que a competitividade é estimulada de forma flagrante, a oferta de produtos diferenciados e evoluídos tecnologicamente é a meta atual de grande parte dos países.

A terminologia recente transporta-nos cada vez mais para conceitos como Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) assim como Inovação Tecnológica (IT), que muitas vezes funcionam como estímulo econômico ao desenvolvimento estratégico das empresas e consequentemente de um país/região.  É do domínio público que as atividades de P&D+IT oferecem riscos, por vezes insuportáveis para muitas das empresas no mercado. Esses riscos são sobretudo financeiros face à incerteza do retorno dos investimentos em P&D . Assim, nem todas as organizações se permitem arriscar, preferindo utilizar as inovações de terceiros e adaptá-las de acordo com a demanda. É uma solução. Mas em alguns mercados mais rigorosos isso é sinônimo de insucesso no médio prazo.

Nesse sentido, são fundamentais os trabalhos realizados pelas empresas no âmbito da P&D,  como por exemplo os que buscam diariamente a realização de tarefas criativas que permitam estimular a massa crítica dos recursos humanos e simultaneamente dotá-los de competências novas e diferenciadas.

Para que estes exemplos tornem-se realidade, naturalmente é importante que exista um ambiente que possa apoiar numa primeira fase e reconhecer numa segunda as empresas que têm o dinamismo de querer fazer mais e melhor e que buscam inovar o mercado.

E é exatamente isso que acontece atualmente no Brasil. É importante saber que existem e estão disponíveis diversas fontes de financiamento para as atividades de P&D e de IT. As empresas que tenham projetos neste âmbito e que comprovadamente possuam um perfil que se adeque à sua realização têm possibilidade de ser financiadas com taxas bastante interessantes – sobretudo se comparadas com as praticadas atualmente pelas instituições financeiras – por entidades como FINEP, BNDES e outras.

Por outro lado, e porque a oferta não se esgota em subvenções econômicas, citamos também um mecanismo ainda subaproveitado de dedução fiscal que permite às empresas que estejam no lucro  real deduzir parte significativa dos dispêndios em P&D na sua DIPJ: a Lei do Bem. A Lei, como referido, permite que também no Brasil vigorem incentivos fiscais à Pesquisa e Desenvolvimento à semelhança do que já existe um pouco por todo o mundo. Sobretudo na Europa, onde grande parte dos países possuem sistemas idênticos que, além de mais abrangentes, estão mais bem definidos e enquadrados. Naturalmente, fruto de uma maturidade e longevidade superiores.

No entanto, uma das maiores barreiras que o empresário brasileiro encontra nesta Lei é o receio de posteriormente poder ser questionado/auditado pela Receita Federal. Nesse sentido, é importante ressaltar que a Lei do Bem foi criada não para punir as empresas, mas para beneficiá-las e recompensá-las pelos riscos tecnológicos que assumem. Claramente que, no final, a redução de impostos é o que as empresas buscam e não está provado que a probabilidade de serem procuradas pela Receita Federal seja superior em caso da utilização da Lei.

Assim podemos dizer que a empresa que tem um projeto em P&D pode solicitar financiamento com taxas atrativas já num primeiro momento. No ano seguinte, através da Lei do Bem, poderá então reduzir a carga fiscal de forma significativa, transparente e, importante frisar, legal.

Cabe às lideranças das empresas e dos projetos procurar apoio especializado que lhes permita utilizar as diversas ferramentas disponíveis de forma otimizada e eficaz. Atualmente esta é uma estratégia de gestão quase obrigatória.

* Filipe Almeida é Diretor Comercial na F. Iniciativas Brasil

Conceito permite interação touch com páginas impessas

em:16 de maio de 2013

Um conceito está sendo desenvolvido pelos pesquisadores da Fujitsu para permitir que as pessoas consigam interagir com objetos impressos, recortando imagens e textos, utilizando um projetor, webcam e alguns sensores. Confira no vídeo abaixo como funciona o conceito:

Imagem de Amostra do You Tube

Lema21 aposta na venda de óculos online

em:15 de maio de 2013
Imagem de Amostra do You Tube

lema21 logo A Lema21 é uma startup que está apostando na venda de óculos online. A proposta de negócio inovadora oferece qualquer óculos por um preço único de R$ 267 agregado a um design diferenciado. Além do preço em conta a Lema21 se diferencia por oferecer 30 dias de troca e devolução, espelho virtual e a possibilidade de receber um kit em casa com 4 modelos para você escolher o que melhor combina com você.

O segredo em oferecer um produto de excelência com um preço tão atrativo está na estratégia de disrupção de mercado, que consiste em contornar os intermediários da cadeia tradicional para oferecer uma opção que equilibra, a equação: design + qualidade = preço justo. A marca desenha modelos exclusivos, feitos a mão e confeccionados pelas mesmas linhas de produção de grandes marcas internacionais.

Idealizada pelos jovens-empreendedores brasileiros, Jonathan Assayag e Naomi Arruda, a marca nasceu após uma longa vivência no exterior – uma combinação de experiência Vale do Silício com branding em marcas de luxo - no qual observaram um movimento disruptivo no varejo internacional, onde novas marcas online cortavam os intermediários para oferecer produto final de qualidade, com preços mais acessíveis.  Eles chamaram a marca de “Lema21” em homenagem às pessoas inspiradoras do século XXI que promovem mudanças positivas ao seu redor. Os fundadores se espelham nessas pessoas, nas suas visões, e em seus lemas de vida.

Investimentos na Lema21

A Lema21 atraiu venture capitalists do Vale do Silício, The Social+Capital Partnership (investidora da Baby.com.br e Peixe Urbano), Chamath Palihapitiya (ex Facebook) e Ted Maidenberg (LivingSocial) e importantes investidores/conselheiros como Romero Rodrigues – Fundador Buscapé; Luis Mario Bilenky – ex presidente Fotótica, e o CEO de uma empresa Americana que licencia grandes marcas de óculos para o varejo internacional, entre outros.

As cores influenciam nos negócios

em:7 de maio de 2013

Não precisa ser um grande entendido de teoria das cores para saber que elas fazem diferença no seu negócio. A influência vai desde o logotipo, apresentações e materiais de marketing que são usados pela empresa, portanto, pelo menos algumas informações básicas são necessárias antes de tomar a decisão de quais cores utilizar no seu negócio. Reunimos aqui alguns infográficos com estudos que mostram como as cores influencia, que sentimento transmitem e quais são as mais utilizadas pelas grandes empresa.

O primeiro estudo mostra quais são as cores mais utilizadas pelas empresas, em quais segmentos e quais mensagens elas transmitem:
cores-negócios3

O segundo estudo mostra como as cores afetam conversões de negócios e alguns exemplos de empresas que “mudaram de cor” e aumentaram as suas conversões. Ao final também é mostrado um estudo com as cores que o público alvo feminino e masculino mais gostam e odeiam:
cores-negócios2

O terceiro estudo mostra um pouco das história das cores nos últimos 50 anos, quais foram as cores mais citadas nas redes sociais e por último exemplos de grandes marcas segmentadas por cores:
cores-negocios

Criatividade faz toda diferença nas vendas

em:22 de abril de 2013

Para provar que a criatividade e as palavras fazem toda diferença, o pessoal do Candy Project resolveu escrever algumas frases diferentes para vender bombons no sinal. Veja abaixo os resultados nas vendas:

Imagem de Amostra do You Tube

Algumas das frases abaixo:

candy-foto-10_905 candy-foto_905

Todas elas você encontrar no site do projeto.

E você? já pensou como usar a criatividade pra atrair os seus clientes ? Boa semana criativa a todos!